O consumo de arte na quarentena

[Éliton Júnior, 21 anos. Homem cis, branco. Estudante de Sistemas de Informação e amante da moda, @elitonjunior_ no IG]


Em meio a essa quarentena, o que mais consumimos é arte. Para nos distrairmos, vemos filmes, séries, lives, shows gravados, lemos livros, entre outros. A arte do entretenimento cresceu e ficou muito mais fácil chamar o público para um evento online. Já que não podemos sair de casa, conseguimos fazer tudo com apenas um click no celular, tablet e/ou notebook.


Em meio a essa quarentena, o que mais consumimos é arte. Para nos distrairmos, vemos filmes, séries, lives, shows gravados, lemos livros, entre outros. A arte do entretenimento cresceu e ficou muito mais fácil chamar o público para um evento online. Já que não podemos sair de casa, conseguimos fazer tudo com apenas um click no celular, tablet e/ou notebook.


A indústria do entretenimento cresceu de forma absurda nos últimos meses, artistas gravam de casa para milhares de pessoas. Filmes, séries e novelas tomam a maior parte do tempo de todos que estão cumprindo as medidas de segurança contra o coronavírus. Todos estão conectados. Todos estão acompanhando as redes sociais e, assim, é mais fácil que um artista consiga se destacar, mostrar seu trabalho e pedir divulgação.


Toda conquista e toda falha de grandes artistas tem gerado grande discussão entre os internautas nessa quarentena. É possível ver as pessoas se rebelando contra pequenas causas e discutindo tópicos importantes na internet. Temos adquirido mais conhecimento de vida, mesmo que por meio de várias séries fictícias. Nos distraímos e unimo-nos para falarmos de assuntos irrelevantes e também de temas importantes. Temos nos isolado cada vez mais e nos unindo nas redes. O consumo de arte tem sido saudável, mas ao mesmo tempo, pode ser prejudicial. Tudo o que fazemos em excesso transborda.


Consumimos a arte do entretenimento pelo prazer de sentirmos algo, para rir, chorar, pensar. Temos nos conectado para mantermos nossa saúde mental e, de tanto precisarmos nos desligar da realidade, alienamo-nos, atacamos, elogiamos, atrapalhamos e ajudamos. A arte deve ter um consumo saudável, intercalado e com rotina. Precisamos de tempo para fazermos nossas tarefas, a nossa arte, para após, apreciarmos a do próximo.


É bem normal que, mesmo com tanta arte disponível nessa quarentena, ainda nos sintamos entediados e com necessidade de sair de casa para fazermos algo diferente. A grande dica é: saia sozinho, veja o pôr-do-sol e sinta a luz solar, escreva, desenhe, veja suas séries, apoie um artista local, cante, invente, cuide-se, leve-se para tomar um sorvete, cuide de você. Aprenda que arte não é só o que se vê e se consome, mas o que você faz. Permita-se, descubra e se reinvente. Respeite a quarentena e sua saúde mental, saia da rotina sem precisar sair de casa para aglomerar. Tudo vai ficar bem.

E então, o que acha de sair de sua zona de conforto e produzir para nosso próximo tema? Você pode se descobrir um grande artista. Entre em contato conosco em nossas redes sociais. Ficaremos felizes em recebê-lo!

Gostou do texto? Leia mais desse autor aqui


18 visualizações0 comentário

Posts recentes

Ver tudo

E se...

A Bolha