O Curinga para quem está por trás dele - parte 4

[Maria Júlia Figueiredo, 20 anos; administradora do Projeto, responsável do núcleo de Design, membro do núcleo de mídia e redação; estudante de serviço social]


Para falar a verdade, nunca achei que seria capaz de escrever coisas poéticas ou ter essa relação de ser/precisar da arte. Depois de um tempo, percebi que essa relação era-me necessária e quando não colocava isso pra fora me via longe de tudo, um pouco desconexa.


Foi aí que o Projeto chegou. No meio da fase do descobrimento desse gostar, o Projeto alimentou e consolidou a importância do meu expressar. Hoje, ele vem como um lembrete e acolhimento. Lembrete porque me traz de volta para esse lado do criar, me lembra da beleza do sentir, me deixa pertinho de cada sensação que esse corpo produz. Acolhimento porque me mostra a grande extensão de mim e, como uma grande extensão, faço/sinto de um tudo, crio sem seguir um roteiro, o que chega, sai. Essa é uma das coisas que mais admiro nesse Projeto, dar voz e espaço para ser/criar o que quiser. A minha relação com o projeto faz crescer, desabrochar, jogar pro mundo um cadim de reflexões e sentimentos.


Esse espaço é um pouquinho de todes, que você dê ouvidos ao que brota daí e deságue com a gente.

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