Eu, Curinga

O PROJETO

Hoje, somos um coletivo artístico cuja produção autoral acontece baseada em temas de relevância sociocultural. Um grupo de artistas e arteires que se une para debater e produzir sobre temas importantes ao longo das mudanças que eles geram em nós. Na construção dessa coletividade, enxergamos um caminho de referência cultural e de produção múltipla, espontânea e diversa, caminho esse que buscamos trilhar a partir de agora.

PRODUÇÕES

Promovemos, então, ações coletivas entre voluntáries (como debates sobre os temas, trocas de recomendações e grupos de descanso e desabafo) e produções artísticas. Essas são feitas em formatos diversos, a começar pela Revista Curinga, lançada mensalmente sobre o tema discutido e, além dela, o Blog, que é alimentado de produções artísticas des voluntáries ao longo do mês e de conteúdo sobre o tema, assim como o youtube, os folhetins, que são artes inéditas e disponibilizadas gratuitamente para impressão, feitas inspiradas nas produções do mês e, claro, as redes sociais.

IDEAIS

Tudo isso parte do nosso carinho pela arte e pela diversidade e converge nos nossos ideais de um mundo mais capaz de refletir sobre si mesmo e de mudar sua realidade. Nos unimos para fazer todo tipo de arte que olhe para as pessoas com cuidado, toque-as e transmita ideias de amor e, claro, de revolução.

A HISTÓRIA

O curinga é um personagem profundo e difundido entre suas representações do bobo da côrte, do louco, do artista que vaga sem rumo e do mago incompreendido. Mas o nosso Curinga aparece, primeiro, no livro de Jostein Gaarder “O Dia do Curinga”. A única figura que tem consciência da própria existência e da improbabilidade de existir passa pela narrativa tentando acordar as outras da embriaguez do mundo.


Essa figura nasceu antes da ideia do Projeto, que, por sua vez, foi tomando forma ao longo de sua existência. Começou como uma trajetória delineada e três jovens que se arriscavam em juntar histórias e opiniões sobre alguns assuntos considerados importantes. Devagar, e depois de uma longa pausa para respirar e alinhar as ideias, tornou-se algo que prezava pela coletividade e renasceu.​

O GRUPO

Somos curingas soando os sinos porque sabemos que existimos e queremos acordar a todes. Nosso grupo é diverso, somos jovens, estudantes, trabalhadories, artistas, profissionais, amadories… Somos muites. E estamos aqui, voluntáries, fazendo acontecer aquilo no que acreditamos: a coletividade que muda o mundo.

Esse projeto somos nós, curingas.